sábado, 10 de dezembro de 2011

09/12/12 Boca vermelha de veludo

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Alguns me diriam que tudo isso era loucura,ela não,independente de qualquer decisão ela estava ali,e segurou minha mão..ficou até toda "bad trip" voar pra algum lugar..Me assegure,segure-me..fique até tudo passar,e quando tudo passar fique até tudo voltar!
..(Para uma menina com uma fita lilás!)..

Se eu pudesse te doar apenas mais um tempo da minha vida pra sua e ..igualarmos,shit i can't do that..Pessoas boas tendem de ir cedo ..pessoas ruins vagam lentamente e inutilmente sobre o mundo..

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Havia algo,algum tipo de mistério que a deixava de pé, ..isso aumentava mais ainda minha curiosidade uma ideia possível ao inacessível
Coisas concretas observadas ao longe nunca foram completas o suficiente para mim..
O necessário é tocar e acreditar no que sentir..perceber do que aquilo é feito,e seus efeitos..
Apenas olhar,nunca me satisfez!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

"Você deveria ter ficado mais..Para agora eu dizer ao menos que sinto tua falta,mas não.." (Diáriopg.286)

sábado, 5 de novembro de 2011

Sábado,05 de novembro de 2011..acordei esta tarde com um sentimento de possibilidade,não sei explicar ao certo,mas como se as coisas novamente sem sentido pudesse fazer algum sentido,espero estar certa quanto a este sentimento ..e que permaneça

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Hey mãe,Ana era minha menina,era..minha menina
Bonita,realmente bonita,media suas palavras com sua fita métrica
Se sentava longe mas mantia teu olhar perto,cruzava as pernas..
Mexia os lábios com um "quase de um sorriso.."
Queria um pouco de tudo ..mau sabia por onde começar a experimentar..
Aceitou minha mão ..sorrindo disse vá..
Hey mãe Ana era minha menina..
Gostava de se enfiar em alguns alados gelados..
É..
Me pediu pra colar na dela..me pediu pra ficar conectada em teus atos absurdos.
E fazíamos escondido o nosso mundo,usamos coisas que mau sabíamos nós como se usava,apenas para termos uma visão sobre uma parede branca,e delírios sobre o mundo e uma a outra.. ,enquanto o mundo girava ..ali estávamos nós..
Hey mãe!Ana era minha menina!!..
Ela sabia exatamente como falar manso..
Como acalmar minha alma,e fazia com que me esquecesse de todas coisas fúteis sobre o qual eu não gostava de ouvir..
Ela sabia como,a maneira de fazer escapar um sorriso em uma tarde nublada, nostálgica de domingo..
Hey mãe..Ana era a menina!

domingo, 9 de outubro de 2011

minutos antes..

Ali debaixo daquela imensidão que o tempo não deixava definir cores corretamente,ela posicionou-se e se pôs a olhar,bixos enfurecidos,desesperados procurando algum lugar para ficar,se esconder,do que estará pra vir,e assim comparou todos aqueles seres voadores,rastejantes com seu próprio ser,quando aproxima-se tempestade e se desespera a procura-se um lugar de imediato para ficar,um lugar que a acolha,e a faça esquecer de todo aquele vento e tempestade..(Diário pg.79)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Não!,não a amo,mais não gostaria de deixa-la partir..
Então a pessoa que estava ouvindo-o lhe perguntou:
-"E se isso for amor?"..
Dava pra ver sua expressão de duvida,e o quanto aquilo o corroía por dentro..
No entanto apenas sorriu,indignado com sua duvida diante disso,e a o que ele não parava de se perguntar.Foi-se.. e se pôs eternamente a pensar.. n

domingo, 11 de setembro de 2011


Ontem eu a vi pela segunda vez depois de um certo tempo e acontecimentos,ontem foi mais perto ao certo,os orgãos congelaram-se,e no entanto a unica coisa que consegui fazer foi dar um breve vasto e vazio sorriso,conforme a nossa musica ali tocava,não nos tocavamos apenas olhavamos e tentavamos disfarçar algo ilusorio sobre o qual optamos..Difarçadamente resolvi me afastar,dei a ultima olhada para trás como um olhar de despedida,..por um segundo tive vontade de ir lá e dizer..um minuto,venha ao banheiro ou em qualquer lugar aonde não tenha pessoas,minhas mensagens por telepatia não chegaram eu creio,..Hey little girl! eu fui pois não soube o que fazer de imediato,creio que você tambem não,quando quiser fujir daqui..saiba que talvez aqui estarei,tarde breve ou cedo..apenas venha por sonho amor ou poesia,e peça um pouco mais de "tudo de novo.."

Mentes se desmentem

Então no entanto muita coisa acontece,agente se entristece e o mundo se amanhece..
Enquanto o mundo se destraça,nós achamos graça
É absurdo ver,mas necessario saber,plantamos um buraco no coração de um fraco,algo floresce e logo se despede..
No entando as coisas acontecem,quando o tempo em aumento cresce
Necessitamos de asas,e no entanto isso nós torna indispensavél quando queremos voar,e tambem alguem para nós fazermos pousar..
Não é necessario reparar,mais sim olhar,gostariamos de deixar ,e não nos lembrar ..
Prê sentir para ver se gostariamos de sentir,
Fazer estagio no coração de alguem sem pagar pedagio..
As coisas acontecem novamente sem deixar rastros em mente..

sábado, 27 de agosto de 2011

00:37 de 28 de agosto de 2011,tenho planos inacabaveis para um tempo bom,mas estou cansada demais para sentar e esperar todo o tempo passar,preciso de vida,me torno uma inutil aqui a essa hora sabendo que mil e umas coisas estão acontcendo ao mundo ..e eu?estou sentada aqui neste exato momento..a única coisa que eu lhe peço é vida "Deixe-me viver",isso seria algo muito demais?bom pra mim não,gostaria de que o tempo voasse e não me deixasse,tenho que partir,gostaria de dizer,junte minhas folhas que estão pelo chão,e leia os versos no meio do caderno que dizem"Vivão,mesmo que eu não esteje fazendo o mesmo,viva.."Esta na hora de ir,esta na hora de decolar..
00;32 manhã de domingo,gostaria de viver os meus planos escritos em folhas soltas,mas me guardam em bolsas,quero me despedir mas me empedem de ir,me deixe por favor,deixe mais sem rancor..

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

"Aqui estou eu,mais uma vez,um pouco breve a tarde demais,não amo,e isso talvez me torne um mostro mais cruel,não amo,mas quero quero um abraço teu aquele que só acontece de vez enquando,pois você os mantem guardado.Hoje acordei necessitando dele,e tambem dos seus beijos estalados eu meu ombro,quem me dera se a tarde breve demais você venha.."
"Me levou para um cantinho,e bem baixinho susurrou no meu ouvido dizenso bobagens as mais sérias bobagens para uma noite interminavél,diz assim baixinho,diz pertinho,sinta minha alma aclamar-se sinta-se perto,sinta ela se arrepiar"
"Venha aonde estou,se tarde ou cedo demais,faça-me ama-lo e o amando demais faça-me parar e parta,parte meu coração e se parte longe daqui,mas venha novamente por lembrança ou poesia,venha e faça-me um pouco mais de amor.."
Manhã fria de quinta,não penso em nada,exeto cores,o pensamento congelou-se,e a mesma cena matinal se passa ao longo dos olhos,proucuro aqueçer-me,busco um abrigo,e espero que me abrigue.."
"Me some,leve-me,lava-me faça mais ou menos tanto faz,faça amor,mas se cale,faça de tudo mais não fale,pois no final você saberá,tudo possui alma.."
"A vida podia ser simples como pedalar uma bicicleta,ou então como se molhar toda em chuva de verão ..mas não é,ou talvez quem sabe seja,mas eu estava ocupada demais para perceber.."

Parte-me a parte..

"Parte de mim se cansa de se esconder,já a outra se esconde e calada tenta acalmar a alma..
Parte de mim quer experimentar o mundo inteiro e mais um beijo,mais já a outra só quer o teu de algum jeito..
Parte de mim quer ousar,e a outra?,bem(risos)tambem..
Parte de mim quer ir embora já a outra teima em ficar..
Parte de mim.Oh grande parte se parte"
"Então agora deixo apenas fotos e fatos,e os restos de marcas de beijos em meu espelho"

domingo, 10 de julho de 2011

http://diariodeumaadolescentenadia.blogspot.com/

quarta-feira, 29 de junho de 2011


And now I wish I'd stayed
Cause I'm lonely and I'm tired..

sábado, 25 de junho de 2011

11;17 de uma manhã inacabavel,os olhos ainda estão pretos e o cheiro de cigarro com um pouco de cereja se espalha no ar e se gruda em mim,esta frio e não consigo achar nada que me esquente,o pensamento congelou-se e e a unica coisa que se passa é o branco,branco espaço nostalgia,enquanto me sento aqui neste inutil lugar ..deixo o café no fogo esquentar,não gostaria de ter certeza da situação nem mesmo aquela que me ponho adiante,por isso escapo de meus pensamentos tentando pensar em qualquer coisa como colo de vó,como um dia voltando de viajem com a cabeça fora do carro brincando de "Comer o vento"Rs ..proucuro me lembrar disso,talvez isso realmente seje as coisas boas da vida,então encho uma chicara de café,e proucuro um lugar na casa aonde esteja batendo um pouco de sol,encontrei e por ali fiquei,os olhos se fecharam a chicará se evaporou,nada era certo,e os pensamentos incertos,adormeço novamente queria deletar as coisas presas em minha mente,e então penso amanhã será outro dia empregnado de nostalgia..

terça-feira, 21 de junho de 2011

CREEP!!!!!!
My heart's keepin' a beat with the record machine..(Britny Fox)
Sabe qual é a melhor vantagem de não ouvir o que as pessoas falam?Você não sai machucado sendo você errado ou não!

domingo, 15 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Deixe-me ir.Preciso andar,vou por aí a procurar..rir prá não chorar

terça-feira, 10 de maio de 2011


“como será a vida no outro lado deste mar…. também haverá sonhadores?”

Entro no quarto com o envelope na mão e tranco a porta. Vivo sozinha e, ainda assim, prefiro trancar esta porta e garantir que deixo do lado de fora o tempo, o som, toda gente, o mundo inteiro. Entra comigo apenas a aflição inevitável daqueles minutos ou horas por vir: a angustia do desconhecido que temo enfrentar.

A ausência de ti fez-se maior em mim neste dia. Na mão, trago o envelope. Somos apenas os dois nesse quarto fechado. Eu o seguro como quem tem uma arma que não sabe usar e que pode ser perigosa de repente. O envelope por si já diz quase tudo. Diz aquilo que eu posso presumir ou o que me convém presumir. Nada tão intenso comparado a essa tortura dos instantes antes de eu começar a ler e reler a verdade pura ou, talvez, arquitetada que ali se encontra. Haverá uma vida inteira pela frente sem que eu jamais saiba se é uma coisa ou outra. E o que importa? A verdade sempre será relativa do ponto de vista do outro que a vê e de nós mesmos intimamente.

Deito na cama, deixo o envelope ao meu lado. Que ele repouse e que eu repouse também. Olho-o com delicadeza como se eu olhasse a ti com a cabeça inclinada no travesseiro, o rosto virado pro meu, um semblante adormecido, tua respiração grave e ritmada como costumava ser. Passo os dedos pelo envelope. Parece um gesto de afeição. Não é. Existe a tímida tentativa em abri-lo de uma vez. Espalmo minha mão sobre ele, tenho os dedos bem esticados e depois começo a encolhê-los como se fosse amassá-lo. Paro. Não é um pedaço de papel que eu toco, é a minha própria vida, eu sei, ou a idéia que tenho dela, do que ela é, do que vai ser depois que eu abrir esse envelope, abrir a porta desse quarto e sair.

Quero sentir seu cheiro como a mulher que abre a tampa de uma panela esquecida no fogão da noite pro dia para certificar-se se algo azedou e se, por acaso, tenha mesmo azedado, lamenta a perda irreparável do que foi preparado com tanto trabalho. O odor do envelope pousado sobre o travesseiro não me revela nada e nem poderia. Faz tanto tempo que nem mesmo lembro-me do cheiro da tua pele. Não restou nada seu por aqui, somente os meus porquês que podem hoje encontrar respostas dentro deste envelope diante de mim.

Não há como continuar me consumindo nesta excitação de reter as palavras prontas a serem libertas. Ai de mim que ousei ser, um dia, livre por elas! Não tê-las era o que me aprisionava e quando as tenho, permaneço mais cativa dessa solidão que me causaste.

Coloco-me de bruços, viro o rosto pro outro lado. Tento fugir. Respiro fundo e me vem à cabeça a ideia de pegar o isqueiro na gaveta e incendiar o envelope na cuia de argila sobre a escrivaninha. Fazer o ritual do fim ou o ritual de um novo começo, quem sabe. Percebo-me exausta e quando penso em dormir, surgem as estúpidas indagações. Era para eu ter aberto aquele envelope assim que o peguei. Por que não o fiz? Encontro-me surpreendida pela covardia que se fez maior do que minha vontade. No momento em que você decidiu falar, eu preferi torná-lo mudo.

Sou frágil neste quarto onde me isolo, contudo estou certa de que aquele que não se reconhece fraco por um instante que seja nada entende de fortaleza. Não conhece a minha dor nem mesmo o meu amor aquele que não me olha nos olhos quando fala.

Adormeço e quando acordo não tenho noção das horas passadas. Eu tranquei o tempo lá fora. Estendo o braço pra trás e procuro o envelope apalpando o travesseiro. Deitada, abro-o com tranquilidade. É a tua letra, são tuas palavras em sentenças breves e longas. É você depois de dias, meses, estações do ano. As frases vão sendo libertas. Posso ler uma a uma. Elas sobrevoam minha cama e o quarto inteiro. Parecem agitadas, sobem até o teto, descem em ondulações, esbarram umas nas outras e nas paredes também. Entrelaçam-se, movem-se ligeiras. Meus olhos se confundem com elas. Corro para janela e algumas se enroscam em meus cabelos, umas querem me perfurar o crânio, outras tentam como flechas acertarem meu peito ou entrarem pela minha boca. Hesito. Fujo. Abro as cortinas e a claridade invade o lugar. As frases parecem mais perturbadas com a luz. Abro a janela e elas fogem, voam de pressa para fora e as vejo partir. Aos poucos, me acalmo. Não saio dali até ver a última desaparecer do alcance de minha visão atenta. Pronto, foram-se.

Vai demorar um pouco para eu compreender a totalidade do que me disseram, para digeri-las como me convém. Não tenho pressa. Não faz diferença. Há algo de alívio pairando ao meu redor. Um ar fresco vai chegando. Destranco a porta. O tempo, o som, toda gente e o mundo inteiro entram por ela meio desequilibrados, tropeçando sem jeito como se estivessem todos debruçados a me espreitarem, pegos de surpresa. Deixo que fiquem à vontade. Entrem! A vida retoma seu ciclo.

Eu… eu continuo sozinha e guardo boa parte daquelas palavras. Agora… agora, eu continuo sozinha mas de uma maneira diferente.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Afago ou afogo o largo do espaço que ficou..
Deixo,mas nao me deixo .. Apenas esqueço,mas me volto,volto e digo Esqueça!Tudo o que o nada proporcionou.
Afago ou afogo e penso nada alem do que deixo pra traz..
Arrumo as malas para ir aonde nem ao menos sei chegar.Vou mas volto!
Volto e lembro de tudo o que deixei..
Mas..Afogo o afago e me despeço de todo o tipo de lembrança..!(nml)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Eu vou é deixar meu cabelo crescer,vou pular na minha cama até rebentar todas as molas,vou morrer de tanto tomar sorvete,e não vou ser nenhum pouco delicada,vou dar risadas olhando para o espelho,vou namorar o meu sofá,vou levantar na manhã seguinte e dizer,pra que banho?Hoje vou economizar ajudar o planeta,e amanhã?bem..tambem rs!Vou fazer a maior bolha de chiclete do mundo todo.Vou andar pelo mundo todo com a minha muchila e meu patins,vou amar,amar cada formiga que passar,e cada passarinho que cantar,vou gritar ao mundo pra ver quem sou eu!Não vou me esconder da chuva,pegarei seu guarda-chuvas se estiver muito forte e.. por alguns instantes e tudo ficara normalmente bem,eu vou por ai vou pelo mundo todo!Mas volto ..não deixarei meu sofá,e nem as pessoas que por ai encontrar,eu volto por onde começei só pra dizer ..Foi tudo muito bom..Agora vai ser denovo mas com você!
Hoje eu senti o mesmo cheiro da primeira vez em que você pegou a minha mão e me deu um beijo de boa noite,e um "Até amanhã"!È eu nunca te disse isso ..mas naquela noite resolvi guardar aquele cheiro e me apaixonar por você cada dia mais ..,não sei do que era,mais era melhor que menta e pipoca,era.Mas eu simplismente o deixei.Hoje depois de muito tempo,eu pude sentir denovo aquele cheiro..e dessa vez eu nunca mais quero deixa-lo ir..pra sempre e mais um dia, fique mais..

terça-feira, 19 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

Que cor tem o amor? Ou então o que fazer quando ele causa alguma dor? Talvez um pensamento bom resolva ou então chorar o dia todo por alguma coisa que não encontramos resposta(s).. Amamos e aprendemos a deixar?Ou então desamados e perdidos aprendemos a amar? ..Apenas me diga que cor tem?cor de amor?rosa,vermelho? que gosto tem?chocolate?bala de menta?..pipoca? Pode ser que eu amo..amo tanto que fique bebada numa manhã de quinta de tanto amor. Bem,pode ser que eu ame ..Só não sei!e é isso ..Aliás o que é o amor?..Eu sei que amo,mas amo o que?"(Nádia Maria Lemos)"

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Podemos não ter a visão do mundo..
Mas ainda temos a visão da janela do meu quarto.!

Então apenas se enconste de leve,em meu ombro..
Podemos não saber de tudo
Mas ainda saberemos o suficiente para mim e para você..
Espero que isso baste!

Você saira uma hora ou outra,
Desse quarto por sombras noturnas de efeitos em sépia..
Você vai querer ver o mundo que você via ..
O que nós viamos pela a janela do meu quarto..

Você pode se assustar.
O mundo não é sépia nem beijos doces..
e você pode querer voltar,
A janela estará no mesmo lugar,E a vista?nunca mudará

Então apenas lembre-se..

Podemos não ter a visão do mundo!,
mas ainda temos a visão da janela do meu quarto!(Nádia M. Lemos)
Que tipo de garota você é? Um tipo de garora que não faz a minima ideia de quem eu sou,ou então de quem pretendo ser,além de eu mesma!.. Não quero automovéis caros apenas uma combi azul pintada por mim mesma,e risadas no banco de traz. Quero viver como "Into the wild"mas quero sair viva e surfar nas ondas do Hawaii e viver as noites,as grandes noites nos bares de rock'in roll que tocam sempre e para sempre minha musica preferida.. E ainda mesmo assim,as vezes tenho vontades loucas de não sair do sofá,permanecer ali vendo romances na tv,romances que acho bonito..mas que não vou ter.Mas logo me levanto!Então a resposta para que tipo de garota sou eu,não é essa!Te peguei(risos)então,não eu não sou a garota do sofá!então descubra atravez das linhas,ou tentem rs.. Quero marcas,muitas marcas! Muitas marcas, e se eu não puder deixar nenhuma que eu leve para algum lugar pratico e infinito,marcas de alguém,não precisa ser "Nome"ou "Documento"!pode ser um riso contagiante,ou então um choro,e que isso ainda me servirá de consolo! Eu saio por aí..(Homewordbound) é isso que sempre me tras de volta. Ainda a uma altura dessas ainda se questionam..mas ainda vou simplificar: Acho que nunca vou conseguir me auto-avaliar certamente,mas eu tentei.. Então fiquem a vontade,ou continuem perguntando ou imaginando o que essas breves palavras queiram dizer de um simples quem sou eu!(Nádia Maria Lemos)